terça-feira, 15 de maio de 2018

Marido, acusado de espancar a filha do prefeito de Muniz Ferreira se defende e diz: “Envolve política e muito dinheiro". "Ela puxou uma faca para mim”

Após a jovem Clara Emanuelle Santo Vieira acusar seu marido de Filipe Pedreira, filho do prefeito de Salinas das Margaridas, de realizar várias agressões contra ela em uma discussão na última sexta-feira (11), (veja aqui os relatos de Clara), o acusado afirmou em entrevista a RBR, Andaiá FM na manhã desta terça feira (15), que nada do que foi divulgado nas redes sociais condiz com a verdade, “eu não sou esse marginal que estão tentando colocar. Quem me conhece de verdade sabe que eu não sou esse tipo de pessoa. As agressões nunca partiram de mim e gostaria de dizer que isso não é nada do que está acontecendo. Há muita política envolvida e muito dinheiro. Eu não fiz aquilo, não sou marginal e quem acompanhou nosso relacionamento sabe o tratamento que eu sempre dei como pai e como marido. Devido às medidas protetivas eu não posso falar sobre o assunto, mas me coloco à disposição para quem quiser ir à minha casa para saber a real história. Garanto que aconteceram agressões que não foram da minha parte, sendo que as agressões vindas de mim foram para me defender, mas nada do que estão postando e tentando me marginalizar nas fotos divulgadas”, declarou.

Jovem garante que também ficou machucado: De acordo com Felipe, as imagens postadas pela jovem agredida não relatam com o que houve na discussão, além disto, pontuou com poucos detalhes o acontecimento, “eu não sabia que o cabelo dela tinha sido cortado, e garanto que eu também fiquei machucado. Fiz o exame de corpo e delito e muita gente no meu lugar não daria as costas escutando o que eu escutei e deixando para traz depois do que aconteceu. Eu fui espancado por cinco homens, desmaiei e me amarraram. Isso envolve dinheiro e política e eu não esperava isso da Clara Emanuelle. Tudo isso aconteceu depois que eu descobri o ato de traição da parte dela. Eu saí de lá e fui com todas as provas do acontecido no meu celular para Muniz Ferreira, provas dela saindo de lá após o conflito e provas da administração do pai dela, prefeito da cidade. Eu não fiz nada com ela, apenas revidei para me proteger, eu saí de casa, a guarnição da Policia Militar esteve lá devido aos gritos que eu dei quando me tranquei no banheiro com o celular, mas foi embora porque não tinha motivos para me prender, pois se algo estivesse acontecido, ela daria o aval e a Policia me prenderia em flagrante. Se tivesse todo aquele cabelo, sangue e outras coisas pela casa, eu seria preso em flagrante na hora”, declarou.

"Ela puxou a faca pra mim": De acordo com o acusado, em seu convívio com a esposa havia agressões da parte dela a todo o momento, “nunca toquei a mão nela antes, pelo contrário, ela me batia e eu ficava com o rosto cortado várias vezes. Meus familiares estão me dando apoio, todos sabem que eu sempre fui homem. É muito fácil alguém me chamar de agressor nas redes sociais, mas difícil é alguém casar com 18 anos e assumir um filho. Difícil é alguém mobiliar tudo dentro de casa, pagar aluguel, deixar estudo para trabalhar, assumir papel de pai, sendo que ela não assume o papel de mãe. Ela é uma mãe tão boa, que ela errou o aniversário do meu filho. Não é dia 25, mas sim 26 de abril, meu filho nasceu às 11h40. Estão querendo me marginalizar, não vou deixar me impor. Não posso falar muito devido as medidas protetivas, mas peço de coração que não acreditem no que foi mostrado. Repetindo, isso envolve política e muito dinheiro. Eu venho de um berço onde princípios é tudo, eu aprendi a ser homem junto com meu pai. Todas as manchas na cara dela, que ela disse que eu fiz some, mas quando eu deito para dormir, o que ela me fez não some da minha cabeça. Ela conseguiu abrir a porta por fora e pegou uma faca para mim. Ela apontou a faca pedindo o celular e eu joguei em cima da pia. Depois que ela pegou o celular veio para me apunhalar, foi aí que ela cortou a mão, quando eu torci o braço dela para tomar a faca. A única pessoa que está sofrendo com isso tudo é a mãe dela, pois a mesma sabe que eu assumir meu filho e minha esposa. Minha sogra me conhece, mas ela não pode se expressar porque tampam a boca dela”, afirmou.

Mandou recado para o prefeito de Muniz Ferreira: Felipe ainda aproveitou para mandar um recado ao pai da vítima, o prefeito de Muniz Ferreira, Wellington Sena Vieira, “devolva meu celular que você roubou junto com seu filho e seus comparsas que me espancaram dentro de sua casa para ninguém ver. Eu fiz o exame de corpo e delito, estou seguro. Devolva meu celular que eu mostro tudo o que eu tenho. Quando eu mostrei meu celular a ele, o mesmo disse que eu estava louco, tomou meu celular e me agrediu. Isso é roubo!”, concluiu.

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